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Chuva forte e queda de granizo no Agreste paraibano

Uma chuva de granizo foi registrada em pelo menos três municípios da região do Agreste da Paraíba. O fenômeno, pouco comum na região onde predominam altas temperaturas, assustou os moradores. A semana começou com a ocorrência de chuvas fortes e fenômenos atípicos em vários locais da estado, segundo informaram os meteorologistas, depois do vórtice ciclônico que causou destruição num distrito do município de Gurinhém.

A lagoa Nova, no Agreste paraibano, Matinhas e Massaranduba, na região metropolitana de Campina Grande, a 125 km de João Pessoa, enfrentaram fortes chuvas, ventanias, raios, trovões e a queda de granizo na noite dessa segunda-feira (17).

Granizo é a forma de precipitação que consiste na queda de pedaços irregulares de gelo, comumente chamados de pedras de granizo. Essas pedras, na Terra, são compostas por água no estado sólido e medem entre 5 e 200 mm de diâmetro, sendo as pedras maiores provenientes de tempestades mais severas. As imagens com os pedaços de gelo nas ruas já circulam pelas redes sociais. O internauta Falbanez Chaves, morador de Alagoa Nova, compartilhou na fanpage do Portal Correio no algumas fotos que comprovam as ocorrências naturais.

Jovens e deficientes físicos têm oportunidades de emprego

A Sala de Emprego desta segunda-feira (17) mostra as oportunidades para quem não tem experiência e está em busca de emprego. A reportagem aborda dois perfis: o jovem que nunca trabalhou e pessoas que têm algum tipo de deficiência.

No último Censo, 55% das pessoas com deficiência estavam desempregadas. A lei de cotas que completa 10 anos este ano obriga as empresas a contratarem pessoas com deficiência. Dependendo do número de funcionários, a cota chega a 5% das vagas. Quem não cumprir, paga multa de até 1,7 mil por dia por vaga não preenchida. “Hoje existem muitas vagas, mas as empresas geralmente costumam ainda exigir pessoas só com determinado tipo de deficiência e isso acaba dificultando”, explica Marinalva Cruz, coordenadora do Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência (PADEF).

Em São Paulo, a Secretaria de Emprego oferece treinamento a pessoas com deficiência. O escritório de advogados Ferrareze Freitas usou o programa para contratar o auxiliar administrativo Wenderson Cardoso Lima Silva, que tem visão parcial: “A maior dificuldade vem do deficiente, ele pôr na cabeça que a gente procura e a gente corre atrás dos nossos objetivos. É só disso que a gente precisa, de uma oportunidade para poder se destacar”.

Fonte: Jornal Hoje

Álvaro Dias também prestigia café em homenagem a Wilma

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O ex-deputado  Álvaro Dias prestigia neste momento ao lado de vários políticos do café da manhã oferecido a vice-prefeita Wilma de Faria (PSB).  Álvaro Dias também demonstra sua opção pela coligação do PMDB com o PSB, já que recentemente recebeu Wilma na sua casa de veraneio em Barra de Tabatinga. O clima é amistoso para a “guerreira” dentro do PMDB.

Bancada Potiguar Gastou Mais De R$ 2,5 Milhões Da Cota Indenizatória

O salário de R$ 27 mil mensais não é o único valor que os deputados federais recebem da Câmara Federal para o exercício parlamentar. Além do subsídio, há também a chamada cota indenizatória, paga para que o deputado possa exercer sua função sem custos adicionais. É a Casa Legislativa que paga os custos das viagens aéreas, dos veículos alugados que eles utilizam e até da conta de telefone, aluguel de veículos, pagamentos de contas de telefone e, também, alimentação e, até, reforma do escritório. Pois é. Em 2013, apesar das manifestações cobrando mais cuidado com o uso dos recursos públicos, a bancada potiguar na Câmara Federal chegou aos R$ 2,5 milhões em gastos da Cota Indenizatória.
O maior gastador da cota da bancada potiguar foi o deputado federal Paulo Wagner (Foto), do PV. O parlamentar gastou, no total, R$ 404 mil, o que dá R$ 33,6 mil por mês, maior que o salário de deputado federal. Isso, porém, é apenas uma média. Afinal, em alguns meses, como junho e dezembro, Paulo Wagner gastou mais de R$ 40 mil com cota indenizatório. Boa parte disso, inclusive, com divulgação da atividade parlamentar (que consumiu cerca de R$ 10 mil por mês).
Contudo, esse não foi o único gasto que, ressalta-se, na lista de despesa de Paulo Wagner. Afinal, o parlamentar também gastou com telefonia, combustíveis e lubrificantes, passagens aéreas, consultoria e, destaca-se, fornecimento de alimentação parlamentar. Comida, jantares, em restaurantes como o Sal e Brasa, Cassol, Fogo e Chama.
Depois de Paulo Wagner, o maior gastador da cota indenizatória na bancada potiguar foi o deputado Betinho Rosado, do DEM. Cunhado da governadora Rosalba Ciarlini, Betinho utilizou R$ 371 mil da verba pública. Na relação de gastos dele, publicada no site da Câmara dos Deputados, destaca-se os meses de fevereiro, maio e julho, quando o parlamentar gastou R$ 58 mil (mais de duas vezes o próprio salário), R$ 48 mil e R$ 49 mil, respectivamente.
A relação segue com Sandra Rosado (PSB), João Maia (PR), Fábio Faria (PSD), Henrique Eduardo Alves (PMDB) e Fátima Bezerra (PT). O valor total gasto, de exatos R$ 2.561.352, é superior a vários gastos do Governo do Estado (baseado no Portal da Transparência Estadual). Foi maior, por exemplo, que as despesas com pessoal e encargos sociais (outras despesas variáveis) pessoal militar, que só consumiu R$ 1,2 milhão em 2013. Com campanhas educativas também. Afinal, com isto, o RN gastou R$ 551,9 mil.
Veja a lista de gastos dos parlamentares do RN na Câmara Federal:
PAULO WAGNER
Total: 404.329
BETINHO ROSADO
Total: 371.999
SANDRA ROSADO
Total: 342.935
JOÃO MAIA Total: 337.638 FABIO FARIA Total: 306.824 FELIPE MAIA
Total: 297.034
HENRIQUE ALVES
Total: 250.381
FÁTIMA BEZERRA Total: 250.212
TOTAL DA BANCADA POTIGUAR: 2.561.352

MPF denuncia Gilson Moura à Justiça Federal

Gilson Moura está no segundo mandato na Assembleia Legislativa
O deputado estadual Gilson Moura (PROS) foi denunciado à Justiça Federal sob a acusação de promover a contratação de funcionários fantasmas no Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte, na gestão de Rychardson Macedo. A denúncia, feita pelo Ministério Público Federal, aponta que o deputado teria pago despesas de campanha a partir da contratação de “funcionários fantasmas” do IPEM, órgão no qual foi o responsável pela indicação dos diretores.
O procurador Rodrigo Telles, que assina a petição, também acusa o parlamentar de desviar recursos do Inmetro que teriam sido destinados ao órgão estadual.
O Ministério Público Federal pede, na ação, uma liminar para afastar Gilson Moura do cargo de deputado e a indisponibilidade dos bens do político. O processo está no gabinete da juíza federal Gisele Leite, que deverá analisar o pedido. O procurador Rodrigo Telles justificou o pedido liminar como forma de evitar que Gilson Moura tente interferir nos depoimentos que serão prestados no processo.