Agropecuária terá estímulos nas áreas da Sudene

A fruticultura, a pecuária e a armazenagem são as três áreas contempladas nos protocolos

Brasília –  A fruticultura, a pecuária e a armazenagem são as três áreas contempladas nos protocolos de intenção assinados esta semana em Fortaleza, pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, e pelo presidente do Banco do Nordeste Nelson Antônio de Souza. Os protocolos envolvem também a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Instituto CNA e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Governo do Estado do Ceará.
O termo prevê ações conjuntas nas áreas de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) para a promoção da agropecuária e a capacitação de produtores rurais em gestão e tecnologias modernas de produção. Prevê também a ampliação da capacidade estática e dinâmica de armazenagem, e a melhoria na eficiência de utilização dos sistemas de armazenagem, bem como, o fortalecimento das cadeias produtivas da fruticultura e da pecuária.

Impulso

“Estes acordos visam alavancar as atividades agropecuárias na região Nordeste e na porção norte dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. E o Ministério da Agricultura vai auxiliar no desenvolvimento destas áreas, colaborando para a competitividade do setor”, disse o ministro. Os recursos para o desenvolvimento das ações serão repassados pelo Mapa ao Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e já estavam previstos no Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015 (PAP). A ideia é conferir características regionais ao PAP, sem perda da unicidade na visão estratégica nacional, conforme explicou o secretário-executivo do Mapa, Gerardo Fontelles.  A vigência dos protocolos é de 24 meses, podendo ser prorrogados, mediante acordo entre as partes, para até 60 meses.

“A missão do Banco do Nordeste é propiciar o desenvolvimento regional sustentável. Todas as parcerias voltadas para a agricultura e o agronegócio, no intuito de potencializar o setor, são bem-vindas”, afirma o presidente da instituição, Nelson Antônio de Souza. “Os acordos de cooperação com essas instituições são entendidos como uma união de esforços para o bem do produtor”, complementa.

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