COM A MUDANÇA QUE ACONTECEU, COMO SERÁ DE AGORA EM DIANTE?

O que significa para alguns detentores de mandatos a derrota do candidato a governador Henrique Alves no Rio Grande do Norte?
Pra começar, o próprio Henrique e o seu vice, deputado João Maia, ficarão sem mandato.
Terão espaço no governo Dilma Rousseff? Ou a relação de amor e ódio entre Henrique e Dilma impedirá?
Vai valer a força do PMDB do vice Michel Temer?
Henrique perde o gabinete que matém na Câmara há exatos 44 anos.
João Maia continua com um gabinete.
Perdeu a eleição, mas elegeu a irmã Zenaide Maia.
Prova de que João trocou o certo pelo duvidoso, pelo imaginário.
Teria a reeleição certa.
Henrique também não ficaria sem mandato caso tivesse optado pela reeleição.

Também membro da bancada federal do RN, a deputada Sandra Rosado (PSB) não se reelegeu.
Mais uma sem mandato na bancada que ainda perde a deputada Fátima Bezerra (PT)…só que esta por ter trocado a Câmara pelo Senado e em outro contexto do processo sucessório.

A deputada estadual Larissa Rosado é outra que perde com a derrota da coligação que começou com a derrota de Wilma de Faria para o Senado.
Larissa sai da Assembleia sem perspectiva, assim como a mãe Sandra, de ser aproveitada para um cargo no governo federal, já que o PSB, seu partido, que sempre esteve ao lado do PT, foi de Aécio, declaradamente.
Larissa e Sandra seriam nomes já na listinha do governo Henrique, que não aconteceu.

Já Wilma perdeu a eleição e jm mandato de 8 anos pela frente, mas continua vice-prefeita de Natal por mais dois anos.
Tempo suficiente para tentar se redescobrir e entender que o Senado não foi, agora, nem em 2010, o caminho mais acertado para ela coroar sua vida pública.

Não reeleito, o deputado Leonardo Nogueira (DEM) também contava com o governo Henrique. Ou com o governo Aécio.
A esposa e ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado também.
Estão fora.
A menos que, ali na frente, a boa relação que o casal sempre teve com o governador Robinson, possa mudar o rumo da história.

Esses são apenas alguns feitos de uma mudança que não aconteceu.
Ou a mudança seria essa?
Todos unidos para mudar…assim. Desse jeito.
Por: Thaísa Galvão

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