Expectativa de vida do potiguar é de 75 anos, diz estudo do IBGE

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Tábuas de Mortalidade apontam evolução 16,8 anos entre 1980 e 2013.
As mulheres potiguares têm média de expectativa maior que os homens

A pequisa “Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013”, divulgada nesta segunda-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta evolução nas taxas de expectativa de vida do Rio Grande do Norte entre 1980 e 2013. De acordo com o estudo, a esperança de viver do potiguar cresceu 16 anos e oito meses no período, chegando a 75 anos no ano passado. 
Segundo o IBGE, enquanto em 1980 o potiguar vivia em média até os 55 anos e cinco meses, os números de 2013 apontam uma média de 75 anos. A análise desses números mostra que as mulheres potiguares tiveram uma evolução superior em relação aos homens.
Em 1980, a população masculina registrava 55 anos e 5 meses de expectativa de vida e a população feminina vivia até os 61 anos em média. Os resultados de 2013 apontam um salto para 71 anos entre os homens e para 79 anos entre as mulheres. Os crescimentos foram, respectivamente, de 15 anos e cinco meses e 18 anos.
Em nível nacional, o IBGE apresenta que entre 2012 e 2013 houve acréscimo de três meses e 25 dias. A população masculina aumentou em três meses e 29 dias sua expectativa de vida, alcançando a estimativa de 71 anos e três meses. Já o aumento da população feminina foi de 3 meses e 14 dias, chegando à média de 78 anos e seis meses.
As Tábuas Completas de Mortalidade para o Brasil são divulgadas todo ano pelo IBGE e são usadas pelo Ministério da Previdência para calcular aposentadorias. Os dados também permitem calcular a vida média para cada idade.
As mulheres potiguares têm média de expectativa maior que os homens

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